<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-63120171121917678</id><updated>2011-10-03T12:22:16.283-03:00</updated><category term='tecnologia'/><category term='lei rouanet'/><title type='text'>Melhor Que Pipoca</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/63120171121917678/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>R.R. Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13974940681247464062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='17' src='http://1.bp.blogspot.com/_r8fmW2R_GKE/S1M3wKxnsnI/AAAAAAAAAC8/0018Q0EE1Y8/S220/logo.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>2</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-63120171121917678.post-4567967625808143738</id><published>2010-02-07T01:34:00.007-02:00</published><updated>2010-02-07T02:32:21.757-02:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='lei rouanet'/><title type='text'>Populismo às Avessas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui não haverá exatamente uma crítica (pois já não creio no poder do "debate público") e sim um lamento. O qual se refere ao fracasso velado da Lei Rouanet. Que a princípio deveria favorecer a democratização de cultura e educação no país. Buscando o acesso universal as diversas formas de expressão. Porém, o que vemos é mais um instrumento pouco transparente - cuja aplicação não vai muito além dos tradicionais jogos de interesses. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tal lei configuraria um estímulo para a produção cultura no Brasil, já que só as bilheterias não são capazes de cobrir os custos destes eventos, mas seu impacto é diametralmente oposto. A lei concentra recursos públicos nas mãos de grandes produtores, especialmente nas metrópoles como São Paulo e Rio de Janeiro, se convertendo então numa espécie de subsídios àqueles que já dispõe de acesso as vias de financiamento. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou seja, uma companhia de teatro itinerante da região nordeste dificilmente verá a cor deste dinheiro. Mas os famosos atores da televisão que já dispunham das verbas publicitárias de grandes empresas para seus projetos, gozarão de maiores facilidades, enquanto tais empresas serão ressarcidas indiretamente com dinheiro público por meio de abatimentos no seu imposto devido. Na prática pode-se dizer que é verba pública convertida em verba de merchandising. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A coisa toda fica mais explícita quando se trata de filmes. Muitos diretores e/ou produtores captam recursos junto as empresas e realizam filmes ora de qualidade "duvidosa" (segundo os objetivos e parâmetros da própria lei), ora de maneira "obscura" (alguns estão sendo feitos a quase uma década e, ainda, estão sem previsão de lançamento). &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Lei Rouanet inverteu os papéis no mundo da cultura. Atores e equipes de criação deixaram de ser protagonistas, sendo substituídos por "promotores de eventos". Nessa lógica ganha-se mais com o fracasso do que com o sucesso - afinal, produzir "muitos" gera mais captação que produzir "bons". Assim, a produção cultural no Brasil caminha longe de qualquer critério que preze a qualidade, a diversidade regional ou, menos ainda, algum valor artístico. Num caminho que começa na fome do lucro e termina numa simples prestação de contas para o "leão".&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/63120171121917678-4567967625808143738?l=melhorquepipoca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/feeds/4567967625808143738/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/2010/02/populismo-as-avessas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/63120171121917678/posts/default/4567967625808143738'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/63120171121917678/posts/default/4567967625808143738'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/2010/02/populismo-as-avessas.html' title='Populismo às Avessas'/><author><name>R.R. Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13974940681247464062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='17' src='http://1.bp.blogspot.com/_r8fmW2R_GKE/S1M3wKxnsnI/AAAAAAAAAC8/0018Q0EE1Y8/S220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-63120171121917678.post-815081436095758719</id><published>2010-01-24T15:29:00.018-02:00</published><updated>2011-10-02T21:56:09.824-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='tecnologia'/><title type='text'>Cinema Digital vs. Película</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Durante quase um século - a captação de imagens através de &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pel%C3%ADcula_cinematogr%C3%A1fica"&gt;película&lt;/a&gt; reinou nos estúdios de cinema de todo mundo. Mas, nada dura para sempre. Hoje, há uma revolução engendrada pelas tecnologias digitais está abalando os alicerces desta indústria. E, sem exageros, mudando a forma como se faz cinema. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cinema_digital"&gt;Cinema Digital&lt;/a&gt; é o futuro, basta olhar e constatar. Não há muito espaço para questionamentos sobre a hegemonia das mídias digitais nas próximas décadas. No entanto, o que tem tirado o sonho dos profissionais do ramo é escolher entre as vantagens de um &lt;em&gt;versus &lt;/em&gt;as vantagens de outro sistema. Somos espectadores da transição entre os dois. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Contextualizando. A mídia digital é melhor que a película em todos os aspectos - a exceção de um - a qualidade. O cineasta que opta pelo digital usufruirá de uma série de benefícios, como: menores custos no aluguel e transporte dos equipamentos, facilidades para visualizar o material recém gravado, pós-produção mais viável (não só financeiramente, mas também em termos de tempo despendido) e muitos outros. Porém, a qualidade de captação deste material é inferior. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por quê? &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A película e o digital requerem o entendimento de fenômenos físicos distintos. Película é fotoquímica. É uma reação que ocorre num material (película) devido a adição de energia (luz captada). Enquanto o digital se refere ao famoso e "einsteiniano" efeito fotoelétrico - onde a luz incide sobre uma superfície "arrancando" elétrons e gerando uma corrente. Que, por sua vez, é interpretada pelo sistema na forma de "0"s e "1"s para formar, finalmente, imagens digitais. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O problema é a quantidade de energia (luz) que cada fenômeno requer. A fotoquímica é "explosiva". Tudo mundo sabe que o filme fotográfico se danifica com a menor exposição à luz. Já o digital é, digamos, mais vagoroso. Requer luz mais intensa para produzir a mesma qualidade de imagens. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se, em condições normais, você filmar a sala da sua casa com película, terá como resultado final algo muito próximo do que os olhos humanos enxergam. Mas, se optar pelo digital, terá imagens mais "escuras", com um jogo de luz e sombras ampliando o contraste e, eventualmente, a profundidade de campo. Nada que um bom trabalho de fotometria e iluminação não amenize, ou até mesmo elimine definitivamente. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É claro, se quizer, pode-se sempre optar pela qualidade da película. Desde você não seja muito avarento. Um filme descente de 2 horas consome, dependendo da cotação de câmbio, algo em torno de R$ 100.000,00 em rolos de películas mais R$ 30.000,00 com revelação. E também requer um grupo de especialista maior, especialmente, pela falta de &lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt; desta tecnologia. Aqui, só é possível conhecer o resultado final nos laboratórios de revelação. Uma vez que não se pode verificar o material filmado nos &lt;em&gt;sets&lt;/em&gt;, só resta confiar na competência de um bom fotógrafo. &lt;blockquote&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um ponto que foge ao discutido aqui é a distribuição. A maioria dos cinemas não conta com projetores digitais. Os quais são bem mais caros do que um simples data-show ligado a um DVD. Mas, por hoje, chega de papo. Pois, no fundo, a escolha correta depende da subjetividade e ousadia dos realizadores, do caso a caso e, por que não, da sorte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/63120171121917678-815081436095758719?l=melhorquepipoca.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/feeds/815081436095758719/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/2010/01/digital-vs-pelicula.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/63120171121917678/posts/default/815081436095758719'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/63120171121917678/posts/default/815081436095758719'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://melhorquepipoca.blogspot.com/2010/01/digital-vs-pelicula.html' title='Cinema Digital vs. Película'/><author><name>R.R. Alves</name><uri>http://www.blogger.com/profile/13974940681247464062</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='17' src='http://1.bp.blogspot.com/_r8fmW2R_GKE/S1M3wKxnsnI/AAAAAAAAAC8/0018Q0EE1Y8/S220/logo.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
